domingo, 18 de maio de 2008
Quero me fazer presente
Em todos os tempos:
Estava, estou, estarei, desejo estar.
Quero me enxergar
Em todos os momentos:
O que aconteceu, o que acontece, o que acontecerá.
E quando o estou tornar-se
O que havia estado,
Deixarei de ser quem sou
Para virar resquício do passado.
E se o que eu desejo vier a acontecer,
Você já terá acontecido
E nem irá me perceber.
Porque talvez nada aconteça.
O como é do jeito que eu desejo,
Mas o se é incerteza.
Me tornarei o agora,
Que é presente do passado
E será passado do futuro.
Esquecerei que longe, outrora,
Minhas portas sorridentes
Foram sérios muros.
Irei me expor.
Em parte, apenas.
Abrirei a mente,
Mas fecharei o coração.
Estarei de corpo presente,
Mas minha presença será solidão.
Falarei, pensarei em falar,
Repetirei frases antigas
E muitas outras eu hei de imaginar.
Pontuarei com exclamações,
Colocarei pontos finais
E depois os borrarei em vírgulas.
Farei sem querer e
Querendo farei intrigas.
Mudarei, deixarei minha face,
Minha cor e minha voz.
Abandonarei a maquiagem,
O blush, o rouge, o gloss.
Estarei de cara limpa.
Sujarei os dentes
E me pintarei de tinta.
Rosa, azul, vermelho,
Seja lá qual for o meu humor.
E então eu serei.
É sério que eu seria,
Mas é mentira que eu sou.
Você não entenderia,
Porque onde eu estive,
É onde estarei e
Onde ainda hoje estou.
Porque o que acabou começa,
E o que tem pressa ainda não começou.
O que acontece está acabado,
Porque o presente é passado
Do futuro que chegou.
Então eu me ausentarei.
Sentirei falta e sinto que
Falta nenhuma eu farei.
Em todos os tempos:
Estava, estou, estarei, desejo estar.
Quero me enxergar
Em todos os momentos:
O que aconteceu, o que acontece, o que acontecerá.
E quando o estou tornar-se
O que havia estado,
Deixarei de ser quem sou
Para virar resquício do passado.
E se o que eu desejo vier a acontecer,
Você já terá acontecido
E nem irá me perceber.
Porque talvez nada aconteça.
O como é do jeito que eu desejo,
Mas o se é incerteza.
Me tornarei o agora,
Que é presente do passado
E será passado do futuro.
Esquecerei que longe, outrora,
Minhas portas sorridentes
Foram sérios muros.
Irei me expor.
Em parte, apenas.
Abrirei a mente,
Mas fecharei o coração.
Estarei de corpo presente,
Mas minha presença será solidão.
Falarei, pensarei em falar,
Repetirei frases antigas
E muitas outras eu hei de imaginar.
Pontuarei com exclamações,
Colocarei pontos finais
E depois os borrarei em vírgulas.
Farei sem querer e
Querendo farei intrigas.
Mudarei, deixarei minha face,
Minha cor e minha voz.
Abandonarei a maquiagem,
O blush, o rouge, o gloss.
Estarei de cara limpa.
Sujarei os dentes
E me pintarei de tinta.
Rosa, azul, vermelho,
Seja lá qual for o meu humor.
E então eu serei.
É sério que eu seria,
Mas é mentira que eu sou.
Você não entenderia,
Porque onde eu estive,
É onde estarei e
Onde ainda hoje estou.
Porque o que acabou começa,
E o que tem pressa ainda não começou.
O que acontece está acabado,
Porque o presente é passado
Do futuro que chegou.
Então eu me ausentarei.
Sentirei falta e sinto que
Falta nenhuma eu farei.
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