sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Oco de bater e ouvir um barulho
Diferente dos outros.
Oco de não se preencher e o
Vazio não ser pouco.
Por não ter.
Por faltar no caber.
Oco.
Diferente dos outros.
Oco de não se preencher e o
Vazio não ser pouco.
Por não ter.
Por faltar no caber.
Oco.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O caminho é de morte,
Não há sorte em seu destino,
A pele é puro corte
E a razão é desatino.
Mas o peito é guerreiro e forte,
E o seu porte é Severino,
E ele vai até onde não pode.
Que é a morte pra esse bravo menino?
Os calos são troféus,
A dor é acalento,
O seu teto é o céu
E a sua cama é de cimento.
Vai, José, vai, João!
Não se desapegue da sua fé,
Não se entregue à comum aceitação.
Cata a tua coragem e segue firme,
Não há quem por direito te recrimine
Por acreditares em teu coração.
Não há sorte em seu destino,
A pele é puro corte
E a razão é desatino.
Mas o peito é guerreiro e forte,
E o seu porte é Severino,
E ele vai até onde não pode.
Que é a morte pra esse bravo menino?
Os calos são troféus,
A dor é acalento,
O seu teto é o céu
E a sua cama é de cimento.
Vai, José, vai, João!
Não se desapegue da sua fé,
Não se entregue à comum aceitação.
Cata a tua coragem e segue firme,
Não há quem por direito te recrimine
Por acreditares em teu coração.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Um instante com o espelho,
Um minuto pra saudade
E uma chance pro perdão.
Dialogar consigo mesmo,
Recordar dos amigos
E pôr a mão no coração.
Um motivo para amar,
Um amor para motivar,
Muita história, muito chão.
Ter o céu juntinho ao mar,
Num horizonte colorido,
Ao alcance da visão.
Um minuto pra saudade
E uma chance pro perdão.
Dialogar consigo mesmo,
Recordar dos amigos
E pôr a mão no coração.
Um motivo para amar,
Um amor para motivar,
Muita história, muito chão.
Ter o céu juntinho ao mar,
Num horizonte colorido,
Ao alcance da visão.
domingo, 2 de novembro de 2008
E desejou morrer.
Porque o corpo pendia fraco para trás,
Porque a mente estava vazia,
E porque a felicidade tão distante se fez.
Morreu calado,
Sozinho.
Projeto de homem
Num insignificante caminho.
Morreu por dentro,
Porque por fora era outra história.
Sorrir para os amigos,
Abraçar sem querer.
E ele só queria o perigo...
O perigo de morrer.
Porque o corpo pendia fraco para trás,
Porque a mente estava vazia,
E porque a felicidade tão distante se fez.
Morreu calado,
Sozinho.
Projeto de homem
Num insignificante caminho.
Morreu por dentro,
Porque por fora era outra história.
Sorrir para os amigos,
Abraçar sem querer.
E ele só queria o perigo...
O perigo de morrer.
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