quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Para mi vecina... Não, eu não sou lésbica! Mas ela disse que se identificou.
Dois corações, dois versos
E um só sentimento.
Ele falava da alegria,
Ela falava da dor.
Mas essa desigual poesia
Cantava as faces do mesmo amor.
Para ele sim, para ela não.
Ele queria tocar o céu,
Ela plantava os pés no chão.
Tão opostos a ponto de se repelirem,
Tão desiguais a ponto de se completarem.
Tão orgulhosos a ponto de mentirem,
Tão sozinhos a ponto de se amarem.
Um era a falta do medo,
O outro era a certeza do fenecimento.
O duvidoso era o destino do primeiro,
O segundo não limitava-se ao momento.
Dois corações de pedra
Guardando o instrumento que haveria de quebrá-los.
Duas visões da mesma meta,
O antagonismo a separá-los.
E viver um sem o outro
Era realmente a melhor decisão.
Nem sempre o complemento é o oposto,
Alguns sonhos não têm realização.
E um só sentimento.
Ele falava da alegria,
Ela falava da dor.
Mas essa desigual poesia
Cantava as faces do mesmo amor.
Para ele sim, para ela não.
Ele queria tocar o céu,
Ela plantava os pés no chão.
Tão opostos a ponto de se repelirem,
Tão desiguais a ponto de se completarem.
Tão orgulhosos a ponto de mentirem,
Tão sozinhos a ponto de se amarem.
Um era a falta do medo,
O outro era a certeza do fenecimento.
O duvidoso era o destino do primeiro,
O segundo não limitava-se ao momento.
Dois corações de pedra
Guardando o instrumento que haveria de quebrá-los.
Duas visões da mesma meta,
O antagonismo a separá-los.
E viver um sem o outro
Era realmente a melhor decisão.
Nem sempre o complemento é o oposto,
Alguns sonhos não têm realização.
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1 comentários:
Eu adorei o texto por inúmeros motivos, além de lindas palavras... É minha cara, meu jeito, minha história. Minha vecina é pura emoção :~
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