sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Ainda me toca cada palavra,
Ainda me faz estremecer cada olhar.
Jamais experimentei presença tão vaga,
Que sempre fica aqui sem nunca estar.
Ainda me faz estremecer cada olhar.
Jamais experimentei presença tão vaga,
Que sempre fica aqui sem nunca estar.
Seu toque é o mais macio e inalcançável,
Sua voz é a mais suave e silenciosa.
E eu não aceito essa presença desagradável,
De um amor que pede sem dar nada em troca.
Não me conformo com o errado que em mim é certo,
Não me conformo com o não que deveria ser sim,
Não posso estar longe desejando estar perto,
Não gosto do começo tão junto ao fim.
Como me desapegar desse sentimento?
Como não ser egoísta e não te querer?
Me explica, que com esforço eu aprendo
A não te carregar no peito, a enfim te esquecer.
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