segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Que saudade de você em meus dias,
E que ciúme dessa sua felicidade sem mim.
Meu coração te amou como e quanto podia,
Mas sua mania de liberdade te levou enfim.
E recordo da sua voz,
Das suas mãos balançando enquanto falava,
Dos seus gestos de carinho,
Da maneira como me olhava.
E a lembrança me cobra coisas que eu já não posso ter,
O peito reclama um novo sentimento,
Mas coração e pensamento só dirigem-se a você.
E deito, levanto, não durmo.
O corpo desobedece
E segue a seu bel prazer.
Minha prece é alta, mas só eu a escuto,
E suas portas e muros não me deixam te ver.
Sua falta é sangramento que eu não sei como conter,
A vontade não cala e a tristeza não tem fim.
Você acha absurdo eu ainda te querer?
Bem, na verdade, eu sim.
E que ciúme dessa sua felicidade sem mim.
Meu coração te amou como e quanto podia,
Mas sua mania de liberdade te levou enfim.
E recordo da sua voz,
Das suas mãos balançando enquanto falava,
Dos seus gestos de carinho,
Da maneira como me olhava.
E a lembrança me cobra coisas que eu já não posso ter,
O peito reclama um novo sentimento,
Mas coração e pensamento só dirigem-se a você.
E deito, levanto, não durmo.
O corpo desobedece
E segue a seu bel prazer.
Minha prece é alta, mas só eu a escuto,
E suas portas e muros não me deixam te ver.
Sua falta é sangramento que eu não sei como conter,
A vontade não cala e a tristeza não tem fim.
Você acha absurdo eu ainda te querer?
Bem, na verdade, eu sim.
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