quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Um pouco de mim em cada muito que deixo.
Eu já comecei pelo fim e revivi o começo.
Intenções em entrelinhas ou tudo branco no preto.
Eu já caminhei sozinha e já entrei em desespero.
Minhas emoções estão não sei onde,
Eu mesma me despercebo.
Meu eu de mim se esconde,
No meu tarde ainda é cedo.
Eu me conto mentiras e não me encaro no espelho.
Falo de coisas que não sinto e o que sinto, desconheço.
E há sempre um pouco de mim em cada escuro que vejo.
Eu sou parte de mim e metade do inteiro.
Sou um não quase sim, que só não digo por receio.
Eu já comecei pelo fim e revivi o começo.
Intenções em entrelinhas ou tudo branco no preto.
Eu já caminhei sozinha e já entrei em desespero.
Minhas emoções estão não sei onde,
Eu mesma me despercebo.
Meu eu de mim se esconde,
No meu tarde ainda é cedo.
Eu me conto mentiras e não me encaro no espelho.
Falo de coisas que não sinto e o que sinto, desconheço.
E há sempre um pouco de mim em cada escuro que vejo.
Eu sou parte de mim e metade do inteiro.
Sou um não quase sim, que só não digo por receio.
Por medo da desilusão, meu afim é o segredo.
Eu sou meio, fim e começo.
Subscribe to:
Postar comentários (Atom)



3 comentários:
Sem problemas, cada um tem sua opnião; os comentários de meu blog são liberados exatamente para isso. Para que cada um me diga o que achou do post, me xingue, me elogie, concorde, discorde, etc.
Quanto ao seu post, me lembra um pouco Raul Seixas, mas sei que não é dele. É de sua autoria?
Ah, sim. Eu tenho a discografia dele toda.
Ria de mim, mas eu tenho a convicção de que sou a reencarnação dele.
Não me magoaria, é sua opinião, fico feliz que a expresse, mesmo que seja me zoando. No fim foi engraçado.
Postar um comentário