sexta-feira, 29 de agosto de 2008
O certo do desgosto, a pele pedindo o oposto,
As mãos escondendo a vergonha.
O rosto afundado no colo, a incerteza do propósito,
A vontade dona da razão.
O beijo assobiado no pescoço, a face vítima dos dedos,
O contato perdido que se acha em meio ao silêncio.
Venera.
Sente.
Toca de longe e percebe o ausente.
Espera pelo inesperado.
Multiplicidade atraente.
Ter o impossível e conceber o inexistente.
Dar sem ter e não interromper o intermitente.
Vacilo do coração, insistência da mente.
E continua no escuro, num gesto mudo,
Querendo se fazer escutar por quem
Não é capaz de ouvi-la.
Respectivo surdo, que dá de ombros,
Pega a mochila do chão e vai embora.
Para ver o mundo, para a solidão,
Para o agora.
Coitada dela.
As mãos escondendo a vergonha.
O rosto afundado no colo, a incerteza do propósito,
A vontade dona da razão.
O beijo assobiado no pescoço, a face vítima dos dedos,
O contato perdido que se acha em meio ao silêncio.
Venera.
Sente.
Toca de longe e percebe o ausente.
Espera pelo inesperado.
Multiplicidade atraente.
Ter o impossível e conceber o inexistente.
Dar sem ter e não interromper o intermitente.
Vacilo do coração, insistência da mente.
E continua no escuro, num gesto mudo,
Querendo se fazer escutar por quem
Não é capaz de ouvi-la.
Respectivo surdo, que dá de ombros,
Pega a mochila do chão e vai embora.
Para ver o mundo, para a solidão,
Para o agora.
Coitada dela.
Vive a gosto de quem não lhe gosta.
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1 comentários:
Muito legal seu blog, parabéns =)
Mayara
www.godsavethequeen.zip.net
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