segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Não necessariamente ouvir.
Não necessariamente tocar.
O necessário torna-se dispensável
quando o inevitável começa a se desenhar.
E tapam-se ouvidos,
calam-se bocas,
aceleram-se corações.
Nervosismo.
Garganta seca.
Palpitações.
E por um segundo, quase interminável,
parece que a gente vai morrer.
As mãos tremem demais,
o corpo perde a coordenação,
os pés caminham sem perceber.
Perde-se a fala,
ganha-se a vergonha,
e tudo é muito para fazer sorrir.
A mente que não se confunda,
o coração que não se oponha,
porque amar é querer sem pedir.
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