terça-feira, 10 de junho de 2008
Não é a noite, que envolve o céu em negritude e traz aquela sensação de abandono. Sou eu, que carrego um peito solitário e me perco em meu escuro íntimo. Eu não sou feliz. Eu sou triste. Eu sinto falta sem nunca ter tido e me investigo pra descobrir quem sou. Eu me perco em meus próprios espaços, erro nas intenções e nos passos e nunca encontro o amor. Sou terrivelmente cabeça dura, não escuto, me obrigo a não entender certas coisas, porque esse é o meu jeito de fugir, o meu jeito de não sofrer. Eu procuro não perceber sentimentos, porque sei que em algum momento, eles vão me enfraquecer. E eu não gosto de me sentir fraca, eu não gosto de admitir que preciso mais do que de mim mesma para me sentir realizada. Eu posso até gostar, sentir afeto, mas se o faço, o faço calada. Eu sou fútil, egoísta, interesseira e nunca estou satisfeita com o que tenho. Resultado? Só me lenho! Sempre acho que posso ter mais, porém faço pouco ou quase nada. Eu sonho muito, mas espero sentada. Sou preguiçosa, vida mansa e acomodada. E as coisas nunca chegam, o tempo passa e eu me sinto sempre triste, sempre sozinha. E eu vou culpar a escuridão da noite? Não! É culpa minha!
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4 comentários:
mude
aí eh pedir demais!!
pq não quer ou acha que não consegue?
Pq eu naum kero...
descaração minha msm...
:D
Mas eu sei que qd precisar
de verdade eu tomo vergonha!!
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