sexta-feira, 20 de junho de 2008
Só o que havia de grande nela
Era o vazio que sentia.
E não arriscava-se no amor,
Porque amar não sabia.
Conseguiu apaixonar-se.
Foi feliz por um tempo.
Curto tempo, é bom saber.
E depois voltou o vazio e
A insignificância do seu ser.
Experimentou abrir feridas no peito,
Chorar um pouco,
Sofrer alguma frustração.
E aquela dor era o remédio perfeito-
Pensou ela- para o seu coração.
Mas quanto mais se machucava,
Mais triste se apercebia e
Mais vazia se achava.
A dor na verdade era um incômodo,
Que por necessidade ela abraçara.
Queria ser feliz.
Mas como?
Somente a tristeza ela imaginara.
Não sabia de felicidade,
Era leiga no amor.
Mas amor é ambigüidade,
É alegria, ferida e dor.
E a dor muito bem ela conhecia,
Era íntima sua e única companhia.
E viveu então em dores,
Infelicidades e dissabores.
E a alegria?
Não, ela não veio.
Por ser vazia não achou um meio
De vivê-la um dia.
Era o vazio que sentia.
E não arriscava-se no amor,
Porque amar não sabia.
Conseguiu apaixonar-se.
Foi feliz por um tempo.
Curto tempo, é bom saber.
E depois voltou o vazio e
A insignificância do seu ser.
Experimentou abrir feridas no peito,
Chorar um pouco,
Sofrer alguma frustração.
E aquela dor era o remédio perfeito-
Pensou ela- para o seu coração.
Mas quanto mais se machucava,
Mais triste se apercebia e
Mais vazia se achava.
A dor na verdade era um incômodo,
Que por necessidade ela abraçara.
Queria ser feliz.
Mas como?
Somente a tristeza ela imaginara.
Não sabia de felicidade,
Era leiga no amor.
Mas amor é ambigüidade,
É alegria, ferida e dor.
E a dor muito bem ela conhecia,
Era íntima sua e única companhia.
E viveu então em dores,
Infelicidades e dissabores.
E a alegria?
Não, ela não veio.
Por ser vazia não achou um meio
De vivê-la um dia.
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