sábado, 5 de setembro de 2009

Eu diria que o amor é um amadurecimento de todos os outros sentimentos. Nada mais que um exercício [contínuo] da tolerância, do respeito, da confiança e da sinceridade. E que os encaixes perfeitos sejam jogados fora, assim como o crédito absurdo no destino e nessa história de vidas cruzadas. O amor é, sim, uma coincidência. Mas só um coração atento pode reconhecê-lo e permitir, através da convivência e da submissão [porque amar é saber ceder], que ele aconteça. Ninguém ama à primeira vista. Ninguém é de ninguém com um simples sorrir. Há que vir as lágrimas, as desavenças e as indecisões. Porque o amor é lindo. Mas também é triste... até mesmo quando acha espaço para existir.

Exercitemos as alegrias e as tristezas de nossos corações.

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